Respostas recebidas

Encontre o ponto de falha da sua planta antes que ele pare a produção.

O próximo passo é o Diagnóstico Industrial gratuito comigo. Eu avalio a condição dos seus ativos críticos e mostro onde está o risco de parada, com laudo e não com achismo.

O que já foi encontrado em campo
45 dias
Prensa hidráulica parada
Metalúrgica de grande porte. Água no óleo tirou a prensa de operação, e foi preciso trazer técnico de emergência de São Paulo. Esse tipo de contaminação aparece no acompanhamento muito antes da quebra.
12.000 → 2.000 L
Terminal portuário em Rio Grande
Seis guindastes. Com o plano preditivo, o consumo de óleo por troca caiu de 12.000 para 2.000 litros, com o mesmo equipamento e a mesma operação.
48.000 L
De óleo numa única turbina
E esse óleo precisa estar mais limpo do que o óleo novo que sai do tambor lacrado. Completar nível com óleo sem tratamento já coloca risco dentro de um ativo saudável.

Eu sou Gilson Souza. São duas décadas em manutenção industrial, e já geri 13 contratos ao mesmo tempo. Em quase todo caso grave que eu atendi, a falha não era imprevisível. Ela só não estava sendo medida.

Onde você está agora

A sua planta roda 24 horas. E a falha só aparece quando a máquina para.

Quando o equipamento crítico para, a conta não é só o conserto. Ela chega assim:

  • ×A produção para, e numa linha que já roda no limite o que se perde não volta
  • ×O turno inteiro continua sendo pago enquanto ninguém produz
  • ×Entra técnico de emergência de outro estado, no preço da urgência
  • ×A peça vem por via aérea, sem negociação de prazo nem de frete
  • ×A entrega atrasa para o cliente que depende do seu cronograma
  • ×A diretoria pergunta quanto falta para voltar a produzir, e ninguém tem resposta firme
Não é falta de esforço da sua equipe. É falta de informação sobre o que está acontecendo dentro do óleo. Segundo a Noria, 80% das falhas mecânicas vêm de lubrificação inadequada. A maior parte do que parece imprevisto dá para enxergar antes.
O Método ROCAR 100K

Coletar. Corrigir. Controlar. Antes da parada, não depois.

Você não precisa aprender lubrificação para ter a sua planta protegida. A parte técnica é o meu trabalho. O que chega na sua mesa é o que foi encontrado, o quanto é grave e o que fazer primeiro.

Passo 0

Diagnóstico

Antes de qualquer contrato, eu avalio a condição dos seus ativos críticos, com a operação rodando, e mostro onde está o risco de parada.

Etapa 1

Coletar

Amostra dos ativos que não podem parar, com a planta funcionando, para ler o que está acontecendo dentro do equipamento antes que ele avise.

Etapa 2

Corrigir

Filtragem e descontaminação do óleo que já está instalado, e o óleo novo tratado antes de entrar no equipamento. O risco sai da máquina antes de virar parada.

Etapa 3

Controlar

Duas visitas presenciais por mês e relatório técnico a cada ciclo, com plano de ação por prioridade, ativo por ativo.

Como funciona

Você não contrata um laudo para arquivar.

É execução técnica dentro da sua planta, não treinamento. Minha equipe é enxuta, e eu faço questão de estar em cada diagnóstico, com o pé na área.

Duas visitas presenciais por mês

Cronograma fixo nos ativos que você não pode deixar parar, com relatório técnico completo depois de cada visita.

Plano de ação por prioridade

O que foi encontrado, o quanto é grave e o que precisa ser feito, em ordem. Você não precisa entender de lubrificação para usar, só saber o que fazer primeiro.

Nas operações onde o ROCAR 100K rodou, o descarte de lubrificante caiu até 70% e as falhas caíram até 50%. Mesma equipe, mesma estrutura, critério diferente.
O que fica de pé

O que chega na sua mesa.

  • ✓Diagnóstico inicial. Os pontos de risco da operação, levantados antes de qualquer contrato
  • ✓Mapa de risco dos ativos críticos. Do equipamento que vai pedir intervenção primeiro ao que pode esperar com segurança
  • ✓Análise de óleo. Água, partícula, desgaste de metal e degradação do fluido, medidos antes da falha
  • ✓Filtragem e descontaminação. Do óleo instalado e do óleo novo, antes de ele entrar no equipamento
  • ✓Gestão de ativos. Cada ativo crítico acompanhado ao longo do tempo, e não só quando quebra
  • ✓Duas visitas presenciais por mês. Comigo e com a minha equipe dentro da sua planta
  • ✓Relatório técnico a cada visita. O que foi encontrado, o quanto é grave e o que fazer primeiro
Antes da sua reunião

Este diagnóstico não é para toda planta.

É para você se

  • ✓Você é diretor, gerente ou responsável técnico e decide sobre manutenção
  • ✓A operação roda em produção seriada, turno estendido ou 24 horas
  • ✓Existem ativos críticos: turbina, prensa hidráulica, guindaste, injetora ou sistema hidráulico de grande porte
  • ✓Você quer plano, e não alguém para apagar incêndio

Não é para você se

  • ×Você quer aprender a metodologia para aplicar sozinho. O trabalho aqui é execução técnica, não treinamento
  • ×A parada de um equipamento não gera impacto relevante na sua produção
  • ×A operação roda em turno único, sem ativo cuja parada derrube a linha
  • ×Você procura só um laudo para arquivar
O que acontece na reunião

Uma conversa técnica sobre a sua operação, não uma apresentação comercial.

1

É comigo, por vídeo

Cerca de uma hora. Quem conduz o diagnóstico sou eu, do começo ao fim.

2

Traga quem decide

Se a decisão sobre manutenção passa por mais alguém, diretoria ou compras, vale estar junto. Assim ninguém recebe a conversa pela metade.

3

Tenha à mão a última parada

Qual equipamento, quantos dias ficou parado e o que precisou ser feito para voltar a produzir. Se nunca teve, a gente parte dos ativos que não podem parar.

4

Quatro perguntas, e a conta é sua

Quantos dias a máquina ficou parada. Qual foi o tamanho do prejuízo. Se dá para recuperar isso numa operação que já roda 24 horas. E o que acontece se o problema se repetir este ano.

5

Se eu não encontrar risco relevante, eu digo

O diagnóstico não obriga a contratar nada. Se houver risco, eu mostro onde está e o que eu proponho. Se não houver, você ouve isso com a mesma clareza.

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas antes da conversa.

O diagnóstico é gratuito mesmo?

Sim. É gratuito e não obriga a contratar nada. Contratando ou não, você sai sabendo onde está o risco de parada na sua operação.

Já faço manutenção e nunca tive problema sério. Preciso disso?

Pode ser que o problema só não tenha acontecido ainda. A prensa que ficou 45 dias parada também rodava. Contaminação não faz barulho, não acende alarme e não muda a temperatura no painel. Quando o equipamento avisa, o dano já está feito.

Minha equipe interna já cuida disso.

A sua equipe cuida da execução, e executa bem. Diagnóstico é outra disciplina: análise de contaminação, tendência de desgaste e troca por condição pedem instrumento e rotina próprios. Executar e diagnosticar não são a mesma função.

Vocês vão ensinar a minha equipe a fazer?

Não. O trabalho é execução técnica, não treinamento. O que chega para você é o que foi encontrado, o quanto é grave e o que fazer primeiro, duas vezes por mês.

Que tipo de operação vocês atendem?

Operação de produção contínua com equipamento crítico. O método já rodou em terminal portuário, usina termoelétrica, mineradora e indústria alimentícia, com guindaste, prensa hidráulica, turbina e injetora.

Vocês atendem a minha região?

A base é em Canoas, no Rio Grande do Sul, com atendimento em campo na região Sul. O diagnóstico é por vídeo, então a primeira conversa acontece de onde você estiver.

Isso não vai virar mais um custo fixo?

Faça a conta com os números da sua planta: quanto vale uma hora de linha parada, vezes 24, vezes os dias de uma parada como a da prensa. Depois compare com um plano preditivo rodando o ano inteiro. No terminal de Rio Grande, o consumo de óleo por troca caiu de 12.000 para 2.000 litros.

Quanto custa?

O investimento é falado no diagnóstico, depois que eu entender quais ativos são críticos e qual é o risco. Não faz sentido falar de valor antes de saber o tamanho do que precisa ser protegido.

O próximo passo

Suas respostas chegaram.

A minha equipe vai te chamar no WhatsApp para marcar o seu Diagnóstico Industrial comigo. Até lá, separe a última parada não planejada da sua operação: qual equipamento, quantos dias ficou parado e o que precisou ser feito para voltar a produzir.