O próximo passo é o Diagnóstico Industrial gratuito comigo. Eu avalio a condição dos seus ativos críticos e mostro onde está o risco de parada, com laudo e não com achismo.
Eu sou Gilson Souza. São duas décadas em manutenção industrial, e já geri 13 contratos ao mesmo tempo. Em quase todo caso grave que eu atendi, a falha não era imprevisível. Ela só não estava sendo medida.
Quando o equipamento crítico para, a conta não é só o conserto. Ela chega assim:
Você não precisa aprender lubrificação para ter a sua planta protegida. A parte técnica é o meu trabalho. O que chega na sua mesa é o que foi encontrado, o quanto é grave e o que fazer primeiro.
Antes de qualquer contrato, eu avalio a condição dos seus ativos críticos, com a operação rodando, e mostro onde está o risco de parada.
Amostra dos ativos que não podem parar, com a planta funcionando, para ler o que está acontecendo dentro do equipamento antes que ele avise.
Filtragem e descontaminação do óleo que já está instalado, e o óleo novo tratado antes de entrar no equipamento. O risco sai da máquina antes de virar parada.
Duas visitas presenciais por mês e relatório técnico a cada ciclo, com plano de ação por prioridade, ativo por ativo.
É execução técnica dentro da sua planta, não treinamento. Minha equipe é enxuta, e eu faço questão de estar em cada diagnóstico, com o pé na área.
Cronograma fixo nos ativos que você não pode deixar parar, com relatório técnico completo depois de cada visita.
O que foi encontrado, o quanto é grave e o que precisa ser feito, em ordem. Você não precisa entender de lubrificação para usar, só saber o que fazer primeiro.
Cerca de uma hora. Quem conduz o diagnóstico sou eu, do começo ao fim.
Se a decisão sobre manutenção passa por mais alguém, diretoria ou compras, vale estar junto. Assim ninguém recebe a conversa pela metade.
Qual equipamento, quantos dias ficou parado e o que precisou ser feito para voltar a produzir. Se nunca teve, a gente parte dos ativos que não podem parar.
Quantos dias a máquina ficou parada. Qual foi o tamanho do prejuízo. Se dá para recuperar isso numa operação que já roda 24 horas. E o que acontece se o problema se repetir este ano.
O diagnóstico não obriga a contratar nada. Se houver risco, eu mostro onde está e o que eu proponho. Se não houver, você ouve isso com a mesma clareza.
Sim. É gratuito e não obriga a contratar nada. Contratando ou não, você sai sabendo onde está o risco de parada na sua operação.
Pode ser que o problema só não tenha acontecido ainda. A prensa que ficou 45 dias parada também rodava. Contaminação não faz barulho, não acende alarme e não muda a temperatura no painel. Quando o equipamento avisa, o dano já está feito.
A sua equipe cuida da execução, e executa bem. Diagnóstico é outra disciplina: análise de contaminação, tendência de desgaste e troca por condição pedem instrumento e rotina próprios. Executar e diagnosticar não são a mesma função.
Não. O trabalho é execução técnica, não treinamento. O que chega para você é o que foi encontrado, o quanto é grave e o que fazer primeiro, duas vezes por mês.
Operação de produção contínua com equipamento crítico. O método já rodou em terminal portuário, usina termoelétrica, mineradora e indústria alimentícia, com guindaste, prensa hidráulica, turbina e injetora.
A base é em Canoas, no Rio Grande do Sul, com atendimento em campo na região Sul. O diagnóstico é por vídeo, então a primeira conversa acontece de onde você estiver.
Faça a conta com os números da sua planta: quanto vale uma hora de linha parada, vezes 24, vezes os dias de uma parada como a da prensa. Depois compare com um plano preditivo rodando o ano inteiro. No terminal de Rio Grande, o consumo de óleo por troca caiu de 12.000 para 2.000 litros.
O investimento é falado no diagnóstico, depois que eu entender quais ativos são críticos e qual é o risco. Não faz sentido falar de valor antes de saber o tamanho do que precisa ser protegido.
A minha equipe vai te chamar no WhatsApp para marcar o seu Diagnóstico Industrial comigo. Até lá, separe a última parada não planejada da sua operação: qual equipamento, quantos dias ficou parado e o que precisou ser feito para voltar a produzir.